Três cursos de Montagem e preparação de cabeçotes pelo preço de um

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Conheça o conteúdo dos cursos

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Preparação de Cabeçotes Nível 1

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Fluxo, vazão, escoamento: os conceitos fundamentais.

As unidades padrão para medição de fluxo

Análise do duto do cabeçote: identificando as áreas críticas

O que determina o fluxo necessário do cabeçote?

É melhor usar cabeçote multiválvulas ou convencional?

A relação entre a velocidade dos gases, o diâmetro dos dutos e a RPM do motor

A importância da área transversal na obtenção de fluxo

O conceito da densidade

Os efeitos do diâmetro do duto na velocidade, pressão e densidade do ar

Introdução aos regimes de fluxo laminar, turbulento e misto

O melhor duto não é o maior nem o menor

Analisando as curvas e mudanças de direção, perdas importantes e inevitáveis

A importância dos ângulos nas sedes de válvulas, e a sua influência na produção de fluxo

As sedes em multiângulos. Porque são tão superiores

Exemplos de válvulas com assentos em ângulos simples

Exemplos de válvulas usinadas em multiângulos

Exemplos de cabeçotes com sedes usinadas em multiângulos

Exemplo de como NÃO preparar um cabeçote

O potencial de rendimento do projeto, sempre considerar o fluxo da admissão completa

Atenção para a existência de raios nas extremidades dos dutos

A corneta é sagrada para um ótimo fluxo nas entradas e saídas dos dutos

Cornetas diferentes produzem fluxos diferentes

Compreendendo o formato ideal do duto

Exemplos reais de dutos com venturi

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Identificando as áreas críticas do duto e as suas respectivas perdas de fluxo

Analisando os valores de fluxo divulgados; diferentes parâmetros de teste produzem diferentes valores de fluxo

A importância de fluxo produzido em diferentes levantes de válvulas, desde os mais baixos até os mais altos

Exemplos de métodos típicos de levantes de válvulas utilizados nos testes em bancada de fluxo e outros fatores importantes

O CFM produzido a 0,30 L/D como a referência primária de potencial do projeto.

A real necessidade de aumentar o fluxo do cabeçote em um motor já montado em funcionamento

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 1

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 2

Determinando o fluxo necessário no escape (relação de fluxo)

Determinando a necessidade de aumentar as válvulas, considerações prévias

Comparando CFM's medidas em pressões de teste diferentes (formula de conversão)

A importância dos levantes baixos nos eventos de fluxo do motor

Calculando a área efetiva das válvulas

Calculando o máximo fluxo potencial de um cabeçote

Calculando a eficiência de fluxo potencial de um cabeçote

Aplicando a eficiência de fluxo no dimensionamento das válvulas no projeto

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo (motor supercomprimido)

O RPM de trabalho e o fluxo - análise e considerações

Calculando o RPM ideal para máxima potência, conforme o fluxo da admissão e a cilindrada do motor

A teoria guia a prática

O comprimento do dutos também influencia a potência do motor e os RPMs de trabalho

Estudo de caso - coletor de admissão tipo itb's - (curtos)

Dimensionando o duto de admissão; calcular o diâmetro da passagem e determinar a garganta ou venturi do duto

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de admissão, e a sua influência no torque e potência do motor

O fenômeno do overlap ou cruzamento de válvulas

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de escape, e sua influência no torque e potência do motor

Os efeitos de ressonância nos dutos secundários de admissão, de escape e no plenum

Estudo de caso: ganho de potência com alteração de secundário da admissão (caso atípico) nos valores de ganhos

Exemplos de coletores de admissão: análise técnica e considerações práticas

Calculando os comprimentos dos dutos de admissão para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (secundários) Considerações sobre o diâmetro

Construindo um sistema de escape com abafadores para mínimas perdas de potência e preservação dos fenômenos de ressonância

Calculando a "área de cortina" do conjunto sede/válvula

Preparação de Cabeçotes Nível 1

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Fluxo, vazão, escoamento: os conceitos fundamentais.

As unidades padrão para medição de fluxo

Análise do duto do cabeçote: identificando as áreas críticas

O que determina o fluxo necessário do cabeçote?

É melhor usar cabeçote multiválvulas ou convencional?

A relação entre a velocidade dos gases, o diâmetro dos dutos e a RPM do motor

A importância da área transversal na obtenção de fluxo

O conceito da densidade

Os efeitos do diâmetro do duto na velocidade, pressão e densidade do ar

Introdução aos regimes de fluxo laminar, turbulento e misto

O melhor duto não é o maior nem o menor

Analisando as curvas e mudanças de direção, perdas importantes e inevitáveis

A importância dos ângulos nas sedes de válvulas, e a sua influência na produção de fluxo

As sedes em multiângulos. Porque são tão superiores

Exemplos de válvulas com assentos em ângulos simples

Exemplos de válvulas usinadas em multiângulos

Exemplos de cabeçotes com sedes usinadas em multiângulos

Exemplo de como NÃO preparar um cabeçote

O potencial de rendimento do projeto, sempre considerar o fluxo da admissão completa

Atenção para a existência de raios nas extremidades dos dutos

A corneta é sagrada para um ótimo fluxo nas entradas e saídas dos dutos

Cornetas diferentes produzem fluxos diferentes

Compreendendo o formato ideal do duto

Exemplos reais de dutos com venturi

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Identificando as áreas críticas do duto e as suas respectivas perdas de fluxo

Analisando os valores de fluxo divulgados; diferentes parâmetros de teste produzem diferentes valores de fluxo

A importância de fluxo produzido em diferentes levantes de válvulas, desde os mais baixos até os mais altos

Exemplos de métodos típicos de levantes de válvulas utilizados nos testes em bancada de fluxo e outros fatores importantes

O CFM produzido a 0,30 L/D como a referência primária de potencial do projeto.

A real necessidade de aumentar o fluxo do cabeçote em um motor já montado em funcionamento

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 1

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 2

Determinando o fluxo necessário no escape (relação de fluxo)

Determinando a necessidade de aumentar as válvulas, considerações prévias

Comparando CFM's medidas em pressões de teste diferentes (formula de conversão)

A importância dos levantes baixos nos eventos de fluxo do motor

Calculando a área efetiva das válvulas

Calculando o máximo fluxo potencial de um cabeçote

Calculando a eficiência de fluxo potencial de um cabeçote

Aplicando a eficiência de fluxo no dimensionamento das válvulas no projeto

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo (motor supercomprimido)

O RPM de trabalho e o fluxo - análise e considerações

Calculando o RPM ideal para máxima potência, conforme o fluxo da admissão e a cilindrada do motor

A teoria guia a prática

O comprimento do dutos também influencia a potência do motor e os RPMs de trabalho

Estudo de caso - coletor de admissão tipo itb's - (curtos)

Dimensionando o duto de admissão; calcular o diâmetro da passagem e determinar a garganta ou venturi do duto

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de admissão, e a sua influência no torque e potência do motor

O fenômeno do overlap ou cruzamento de válvulas

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de escape, e sua influência no torque e potência do motor

Os efeitos de ressonância nos dutos secundários de admissão, de escape e no plenum

Estudo de caso: ganho de potência com alteração de secundário da admissão (caso atípico) nos valores de ganhos

Exemplos de coletores de admissão: análise técnica e considerações práticas

Calculando os comprimentos dos dutos de admissão para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (secundários) Considerações sobre o diâmetro

Construindo um sistema de escape com abafadores para mínimas perdas de potência e preservação dos fenômenos de ressonância

Calculando a "área de cortina" do conjunto sede/válvula

Preparação de Cabeçotes Nível 1

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Fluxo, vazão, escoamento: os conceitos fundamentais.

As unidades padrão para medição de fluxo

Análise do duto do cabeçote: identificando as áreas críticas

O que determina o fluxo necessário do cabeçote?

É melhor usar cabeçote multiválvulas ou convencional?

A relação entre a velocidade dos gases, o diâmetro dos dutos e a RPM do motor

A importância da área transversal na obtenção de fluxo

O conceito da densidade

Os efeitos do diâmetro do duto na velocidade, pressão e densidade do ar

Introdução aos regimes de fluxo laminar, turbulento e misto

O melhor duto não é o maior nem o menor

Analisando as curvas e mudanças de direção, perdas importantes e inevitáveis

A importância dos ângulos nas sedes de válvulas, e a sua influência na produção de fluxo

As sedes em multiângulos. Porque são tão superiores

Exemplos de válvulas com assentos em ângulos simples

Exemplos de válvulas usinadas em multiângulos

Exemplos de cabeçotes com sedes usinadas em multiângulos

Exemplo de como NÃO preparar um cabeçote

O potencial de rendimento do projeto, sempre considerar o fluxo da admissão completa

Atenção para a existência de raios nas extremidades dos dutos

A corneta é sagrada para um ótimo fluxo nas entradas e saídas dos dutos

Cornetas diferentes produzem fluxos diferentes

Compreendendo o formato ideal do duto

Exemplos reais de dutos com venturi

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Compreendendo o comportamento de fluxo em diferentes levantes de válvulas; baixos, médios e altos

Identificando as áreas críticas do duto e as suas respectivas perdas de fluxo

Analisando os valores de fluxo divulgados; diferentes parâmetros de teste produzem diferentes valores de fluxo

A importância de fluxo produzido em diferentes levantes de válvulas, desde os mais baixos até os mais altos

Exemplos de métodos típicos de levantes de válvulas utilizados nos testes em bancada de fluxo e outros fatores importantes

O CFM produzido a 0,30 L/D como a referência primária de potencial do projeto.

A real necessidade de aumentar o fluxo do cabeçote em um motor já montado em funcionamento

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 1

Calculando o CFM necessário para o objetivo do projeto: Exemplo 2

Determinando o fluxo necessário no escape (relação de fluxo)

Determinando a necessidade de aumentar as válvulas, considerações prévias

Comparando CFM's medidas em pressões de teste diferentes (formula de conversão)

A importância dos levantes baixos nos eventos de fluxo do motor

Calculando a área efetiva das válvulas

Calculando o máximo fluxo potencial de um cabeçote

Calculando a eficiência de fluxo potencial de um cabeçote

Aplicando a eficiência de fluxo no dimensionamento das válvulas no projeto

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo

Analisando e calculando o diâmetro de válvulas para a potência objetivo (motor supercomprimido)

O RPM de trabalho e o fluxo - análise e considerações

Calculando o RPM ideal para máxima potência, conforme o fluxo da admissão e a cilindrada do motor

A teoria guia a prática

O comprimento do dutos também influencia a potência do motor e os RPMs de trabalho

Estudo de caso - coletor de admissão tipo itb's - (curtos)

Dimensionando o duto de admissão; calcular o diâmetro da passagem e determinar a garganta ou venturi do duto

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de admissão, e a sua influência no torque e potência do motor

O fenômeno do overlap ou cruzamento de válvulas

Os fenômenos de ressonância harmônica nos dutos primários de escape, e sua influência no torque e potência do motor

Os efeitos de ressonância nos dutos secundários de admissão, de escape e no plenum

Estudo de caso: ganho de potência com alteração de secundário da admissão (caso atípico) nos valores de ganhos

Exemplos de coletores de admissão: análise técnica e considerações práticas

Calculando os comprimentos dos dutos de admissão para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (primários)

Calculando os comprimentos dos dutos de escape para melhor potência (secundários) Considerações sobre o diâmetro

Construindo um sistema de escape com abafadores para mínimas perdas de potência e preservação dos fenômenos de ressonância

Calculando a "área de cortina" do conjunto sede/válvula

Preparação de cabeçotes Nível 2

Cronograma de aulas Completo

A bancada de fluxo (ou banco de fluxo)

A bancada de fluxo - apresentação

Realizando a calibração inicial

Organizando a ficha de aquisição de dados do teste

Calculando os levantes de teste (método L/D)

Os dispositivos para abertura das válvulas e as molas de teste

Verificando a existência de vazamentos

Executando os testes de fluxo na admissão

Atenção para as diversas variáveis envolvidas nos testes

Fabricando os modelos (moldes) dos dutos de cabeçote

Utilizando os moldes de silicone para análise dos dutos

Analisando o trabalho de usinagem nas sedes e guias

Analisando o diâmetro do venturi ("garganta" ou "passagem") do duto no molde

Verificando a posição de contato do assento da sede na válvula

Atenção para o alinhamento entre guias e sedes!

Analisando combinações de ângulos diferentes/sedes em raio

Finalizando o duto para testar na bancada de fluxo

Lançando os dados colhidos no teste

Manual técnico da super flow

A planilha de fluxo em Excel

Após identificar os pontos críticos analisando os moldes, realizamos algumas modificações e novo teste de fluxo

Aplicando os dados colhidos no teste em bancada de fluxo na planilha para produzir a ficha de fluxo

Estudo de caso: Preparação de sedes e área de garganta, sem abrir os dutos de escape

Estudo de Caso - Preparação de sedes e área da garganta, sem abrir os dutos

Análise dos resultados (escape)

Adicionando mais um ângulo nas sedes (30°) e analisando os resultados de fluxo (escape)

Realizando medições de cfm acima da capacidade nominal da bancada de fluxo reduzindo a pressão de teste

Análise dos resultados (admissão)

Adicionando ângulos nas sedes (75° e 70°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

A transição entre o duto e a sede é muito importante

Bancada de fluxo digital + tubo de Pitot

Aplicando ângulos diferentes nas sedes

Testando e comparando combinações de ângulos diferentes (60°Largo+45°;75°+60°+45° e 70°+60°+45°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

Cabeçote retificado com 3 ângulos nas sedes. Retífica prepara cabeçotes?

As combinações possíveis são quase infinitas

Estudo de caso - Testando combinações de ângulos nas sedes - Cabeçote com CSA Insuficiente

Estudo de caso - cabeçote VW AP paralelo abertura limpeza dos dutos analisando os resultados

Ganhando volume/"abrindo" os dutos atenção para as galerias de água, óleo e outros cuidados.

Analisando o formato primário do duto as curvas de raio curto e raio longo

Exemplos de cabeçotes com formatos incorretos

A importância da tangente na curva interna do duto.

O 'Lump port" no motor GM

A tendencia lateral (Bias) do duto e o fenômeno de swirl ou rotação da mistura

O Swirl Meter ou medidor de rotação da mistura - como fazer

O tumble nos cabeçotes multiválvulas

Construindo e interpretando o mapa de CSA (Cross sectional area area transversal) do duto

Estudo de caso - modificações na sede de escape - analisando os resultados

Conhecendo a melhor as fresadoreas de sedes manuais NEWAY

As limas rotativas (fresas) e as retificadeiras

Os tipos e as ferramentas de acabamento

O verdadeiro desenvolvimento de fluxo leva muito tempo, pois exige inúmeros testes

Testando os efeitos do aumento do CSA do duto

Modificando a curva do assoalho, e analisando os resultados

Cabeçote original X preparado (análise dos resultados e valores de eficiência)

Compensando a área da haste , e a inclinação axial do duto

O formato da câmara de combustão e o fluxo - ObstruçãoXexpansãoXlevantes

Calculando o diâmetro de válvulas necessário para um objetivo de potência - método de eficiências estimadas (Sistema completo)

Revisão - Calculando o diâmetro de válvulas necessário

Exemplo de cabeçote "morto" por práticas inadequadas (ruins) de preparação e usinagem

Exemplos de câmaras de combustão com relação de expansão/obstrução otimizada

Exemplos de rugosidades típicas a serem aplicadas

Teste na bancada de fluxo, duto polido X rugoso

Preparação de cabeçotes Nível 2

Cronograma de aulas Completo

A bancada de fluxo (ou banco de fluxo)

A bancada de fluxo - apresentação

Realizando a calibração inicial

Organizando a ficha de aquisição de dados do teste

Calculando os levantes de teste (método L/D)

Os dispositivos para abertura das válvulas e as molas de teste

Verificando a existência de vazamentos

Executando os testes de fluxo na admissão

Atenção para as diversas variáveis envolvidas nos testes

Fabricando os modelos (moldes) dos dutos de cabeçote

Utilizando os moldes de silicone para análise dos dutos

Analisando o trabalho de usinagem nas sedes e guias

Analisando o diâmetro do venturi ("garganta" ou "passagem") do duto no molde

Verificando a posição de contato do assento da sede na válvula

Atenção para o alinhamento entre guias e sedes!

Analisando combinações de ângulos diferentes/sedes em raio

Finalizando o duto para testar na bancada de fluxo

Lançando os dados colhidos no teste

Manual técnico da super flow

A planilha de fluxo em Excel

Após identificar os pontos críticos analisando os moldes, realizamos algumas modificações e novo teste de fluxo

Aplicando os dados colhidos no teste em bancada de fluxo na planilha para produzir a ficha de fluxo

Estudo de caso: Preparação de sedes e área de garganta, sem abrir os dutos de escape

Estudo de Caso - Preparação de sedes e área da garganta, sem abrir os dutos

Análise dos resultados (escape)

Adicionando mais um ângulo nas sedes (30°) e analisando os resultados de fluxo (escape)

Realizando medições de cfm acima da capacidade nominal da bancada de fluxo reduzindo a pressão de teste

Análise dos resultados (admissão)

Adicionando ângulos nas sedes (75° e 70°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

A transição entre o duto e a sede é muito importante

Bancada de fluxo digital + tubo de Pitot

Aplicando ângulos diferentes nas sedes

Testando e comparando combinações de ângulos diferentes (60°Largo+45°;75°+60°+45° e 70°+60°+45°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

Cabeçote retificado com 3 ângulos nas sedes. Retífica prepara cabeçotes?

As combinações possíveis são quase infinitas

Estudo de caso - Testando combinações de ângulos nas sedes - Cabeçote com CSA Insuficiente

Estudo de caso - cabeçote VW AP paralelo abertura limpeza dos dutos analisando os resultados

Ganhando volume/"abrindo" os dutos atenção para as galerias de água, óleo e outros cuidados.

Analisando o formato primário do duto as curvas de raio curto e raio longo

Exemplos de cabeçotes com formatos incorretos

A importância da tangente na curva interna do duto.

O 'Lump port" no motor GM

A tendencia lateral (Bias) do duto e o fenômeno de swirl ou rotação da mistura

O Swirl Meter ou medidor de rotação da mistura - como fazer

O tumble nos cabeçotes multiválvulas

Construindo e interpretando o mapa de CSA (Cross sectional area area transversal) do duto

Estudo de caso - modificações na sede de escape - analisando os resultados

Conhecendo a melhor as fresadoreas de sedes manuais NEWAY

As limas rotativas (fresas) e as retificadeiras

Os tipos e as ferramentas de acabamento

O verdadeiro desenvolvimento de fluxo leva muito tempo, pois exige inúmeros testes

Testando os efeitos do aumento do CSA do duto

Modificando a curva do assoalho, e analisando os resultados

Cabeçote original X preparado (análise dos resultados e valores de eficiência)

Compensando a área da haste , e a inclinação axial do duto

O formato da câmara de combustão e o fluxo - ObstruçãoXexpansãoXlevantes

Calculando o diâmetro de válvulas necessário para um objetivo de potência - método de eficiências estimadas (Sistema completo)

Revisão - Calculando o diâmetro de válvulas necessário

Exemplo de cabeçote "morto" por práticas inadequadas (ruins) de preparação e usinagem

Exemplos de câmaras de combustão com relação de expansão/obstrução otimizada

Exemplos de rugosidades típicas a serem aplicadas

Teste na bancada de fluxo, duto polido X rugoso

Preparação de cabeçotes Nível 2

Cronograma de aulas Completo

A bancada de fluxo (ou banco de fluxo)

A bancada de fluxo - apresentação

Realizando a calibração inicial

Organizando a ficha de aquisição de dados do teste

Calculando os levantes de teste (método L/D)

Os dispositivos para abertura das válvulas e as molas de teste

Verificando a existência de vazamentos

Executando os testes de fluxo na admissão

Atenção para as diversas variáveis envolvidas nos testes

Fabricando os modelos (moldes) dos dutos de cabeçote

Utilizando os moldes de silicone para análise dos dutos

Analisando o trabalho de usinagem nas sedes e guias

Analisando o diâmetro do venturi ("garganta" ou "passagem") do duto no molde

Verificando a posição de contato do assento da sede na válvula

Atenção para o alinhamento entre guias e sedes!

Analisando combinações de ângulos diferentes/sedes em raio

Finalizando o duto para testar na bancada de fluxo

Lançando os dados colhidos no teste

Manual técnico da super flow

A planilha de fluxo em Excel

Após identificar os pontos críticos analisando os moldes, realizamos algumas modificações e novo teste de fluxo

Aplicando os dados colhidos no teste em bancada de fluxo na planilha para produzir a ficha de fluxo

Estudo de caso: Preparação de sedes e área de garganta, sem abrir os dutos de escape

Estudo de Caso - Preparação de sedes e área da garganta, sem abrir os dutos

Análise dos resultados (escape)

Adicionando mais um ângulo nas sedes (30°) e analisando os resultados de fluxo (escape)

Realizando medições de cfm acima da capacidade nominal da bancada de fluxo reduzindo a pressão de teste

Análise dos resultados (admissão)

Adicionando ângulos nas sedes (75° e 70°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

A transição entre o duto e a sede é muito importante

Bancada de fluxo digital + tubo de Pitot

Aplicando ângulos diferentes nas sedes

Testando e comparando combinações de ângulos diferentes (60°Largo+45°;75°+60°+45° e 70°+60°+45°) e analisando os resultados de fluxo (admissão)

Cabeçote retificado com 3 ângulos nas sedes. Retífica prepara cabeçotes?

As combinações possíveis são quase infinitas

Estudo de caso - Testando combinações de ângulos nas sedes - Cabeçote com CSA Insuficiente

Estudo de caso - cabeçote VW AP paralelo abertura limpeza dos dutos analisando os resultados

Ganhando volume/"abrindo" os dutos atenção para as galerias de água, óleo e outros cuidados.

Analisando o formato primário do duto as curvas de raio curto e raio longo

Exemplos de cabeçotes com formatos incorretos

A importância da tangente na curva interna do duto.

O 'Lump port" no motor GM

A tendencia lateral (Bias) do duto e o fenômeno de swirl ou rotação da mistura

O Swirl Meter ou medidor de rotação da mistura - como fazer

O tumble nos cabeçotes multiválvulas

Construindo e interpretando o mapa de CSA (Cross sectional area area transversal) do duto

Estudo de caso - modificações na sede de escape - analisando os resultados

Conhecendo a melhor as fresadoreas de sedes manuais NEWAY

As limas rotativas (fresas) e as retificadeiras

Os tipos e as ferramentas de acabamento

O verdadeiro desenvolvimento de fluxo leva muito tempo, pois exige inúmeros testes

Testando os efeitos do aumento do CSA do duto

Modificando a curva do assoalho, e analisando os resultados

Cabeçote original X preparado (análise dos resultados e valores de eficiência)

Compensando a área da haste , e a inclinação axial do duto

O formato da câmara de combustão e o fluxo - ObstruçãoXexpansãoXlevantes

Calculando o diâmetro de válvulas necessário para um objetivo de potência - método de eficiências estimadas (Sistema completo)

Revisão - Calculando o diâmetro de válvulas necessário

Exemplo de cabeçote "morto" por práticas inadequadas (ruins) de preparação e usinagem

Exemplos de câmaras de combustão com relação de expansão/obstrução otimizada

Exemplos de rugosidades típicas a serem aplicadas

Teste na bancada de fluxo, duto polido X rugoso

Montagem técnica e ajuste de precisão de cabeçotes

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Removendo o cabeçote

Removendo o comando de válvulas

Atenção à condição e posição de tuchos, cames e outros componentes

A importância da altura do cabeçote

Realizando a desmontagem final do cabeçote na oficina- os compressores de molas de válvulas

Desmontando o conjunto de válvulas, molas pratos e travas

Os vedadores ou retentores de válvulas

A geometria fundamental do conjunto guia/sede de válvulas - os ângulos de usinagem

Analisando a área de contato entre a válvula e a sede no assento

Atenção para a relação entre a profundidade da sede e a altura do pé da válvula

Examinar a margem da cabeça das válvulas

Verificando a usinagem e as dimensões básicas das sedes

Removendo os vedadores de válvulas

Realizando a inspeção visual dos componentes

Atenção para a existência de válvulas de restrição e outros componentes específicos

A geometria do furo guia da haste da válvula

Realizando as medições nos furos guias - alternativas para os micrômetros internos

Medindo a folga basculante das válvulas

Verificando a vedação das válvulas

Detectando válvulas "tortas" (empenadas) ou sedes fora de centro

Inspecionando a condição das sedes no cabeçote

Verificando a concentricidade das sedes

Verificando o contato efetivo nos assentos das válvulas usando tinturas de marcação

Executando o assentamento manual (esmerilhamento) das válvulas nas sedes

A tintura também funciona para detectar válvulas empenadas

Automatizando o processo de assentamento das válvulas

Realizando alguns testes básicos de vedação das válvulas

Ferramentas para instalação de vedadores/retentores de válvulas

Inspecionando as molas de válvulas

Removendo/substituindo prisioneiros

Não esquecer de possíveis selos existentes no cabeçote

Executando a montagem das válvulas, vedadores, molas, pratos e travas

Tuchos hidráulicos- não esquecer de "sangrar" ou descarregar antes de montar!

Juntas de cabeçote

Parafusos de cabeçote

Instalando o cabeçote no motor

Instalando o cabeçote no motor

Identificando o PMS de compressão/combustão "explosão" com o motor fechado.

Veja como são feitos alguns processos de usinagem na retífica

A pressão de óleo do motor - considerações gerais

Teste de compressão de cilindros

Teste de vedação ou vazamento de cilindros

Montagem técnica e ajuste de precisão de cabeçotes

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Removendo o cabeçote

Removendo o comando de válvulas

Atenção à condição e posição de tuchos, cames e outros componentes

A importância da altura do cabeçote

Realizando a desmontagem final do cabeçote na oficina- os compressores de molas de válvulas

Desmontando o conjunto de válvulas, molas pratos e travas

Os vedadores ou retentores de válvulas

A geometria fundamental do conjunto guia/sede de válvulas - os ângulos de usinagem

Analisando a área de contato entre a válvula e a sede no assento

Atenção para a relação entre a profundidade da sede e a altura do pé da válvula

Examinar a margem da cabeça das válvulas

Verificando a usinagem e as dimensões básicas das sedes

Removendo os vedadores de válvulas

Realizando a inspeção visual dos componentes

Atenção para a existência de válvulas de restrição e outros componentes específicos

A geometria do furo guia da haste da válvula

Realizando as medições nos furos guias - alternativas para os micrômetros internos

Medindo a folga basculante das válvulas

Verificando a vedação das válvulas

Detectando válvulas "tortas" (empenadas) ou sedes fora de centro

Inspecionando a condição das sedes no cabeçote

Verificando a concentricidade das sedes

Verificando o contato efetivo nos assentos das válvulas usando tinturas de marcação

Executando o assentamento manual (esmerilhamento) das válvulas nas sedes

A tintura também funciona para detectar válvulas empenadas

Automatizando o processo de assentamento das válvulas

Realizando alguns testes básicos de vedação das válvulas

Ferramentas para instalação de vedadores/retentores de válvulas

Inspecionando as molas de válvulas

Removendo/substituindo prisioneiros

Não esquecer de possíveis selos existentes no cabeçote

Executando a montagem das válvulas, vedadores, molas, pratos e travas

Tuchos hidráulicos- não esquecer de "sangrar" ou descarregar antes de montar!

Juntas de cabeçote

Parafusos de cabeçote

Instalando o cabeçote no motor

Instalando o cabeçote no motor

Identificando o PMS de compressão/combustão "explosão" com o motor fechado.

Veja como são feitos alguns processos de usinagem na retífica

A pressão de óleo do motor - considerações gerais

Teste de compressão de cilindros

Teste de vedação ou vazamento de cilindros

Montagem técnica e ajuste de precisão de cabeçotes

Cronograma de aulas Completo

Introdução

Removendo o cabeçote

Removendo o comando de válvulas

Atenção à condição e posição de tuchos, cames e outros componentes

A importância da altura do cabeçote

Realizando a desmontagem final do cabeçote na oficina- os compressores de molas de válvulas

Desmontando o conjunto de válvulas, molas pratos e travas

Os vedadores ou retentores de válvulas

A geometria fundamental do conjunto guia/sede de válvulas - os ângulos de usinagem

Analisando a área de contato entre a válvula e a sede no assento

Atenção para a relação entre a profundidade da sede e a altura do pé da válvula

Examinar a margem da cabeça das válvulas

Verificando a usinagem e as dimensões básicas das sedes

Removendo os vedadores de válvulas

Realizando a inspeção visual dos componentes

Atenção para a existência de válvulas de restrição e outros componentes específicos

A geometria do furo guia da haste da válvula

Realizando as medições nos furos guias - alternativas para os micrômetros internos

Medindo a folga basculante das válvulas

Verificando a vedação das válvulas

Detectando válvulas "tortas" (empenadas) ou sedes fora de centro

Inspecionando a condição das sedes no cabeçote

Verificando a concentricidade das sedes

Verificando o contato efetivo nos assentos das válvulas usando tinturas de marcação

Executando o assentamento manual (esmerilhamento) das válvulas nas sedes

A tintura também funciona para detectar válvulas empenadas

Automatizando o processo de assentamento das válvulas

Realizando alguns testes básicos de vedação das válvulas

Ferramentas para instalação de vedadores/retentores de válvulas

Inspecionando as molas de válvulas

Removendo/substituindo prisioneiros

Não esquecer de possíveis selos existentes no cabeçote

Executando a montagem das válvulas, vedadores, molas, pratos e travas

Tuchos hidráulicos- não esquecer de "sangrar" ou descarregar antes de montar!

Juntas de cabeçote

Parafusos de cabeçote

Instalando o cabeçote no motor

Instalando o cabeçote no motor

Identificando o PMS de compressão/combustão "explosão" com o motor fechado.

Veja como são feitos alguns processos de usinagem na retífica

A pressão de óleo do motor - considerações gerais

Teste de compressão de cilindros

Teste de vedação ou vazamento de cilindros

Preparação de Cabeçotes

Nível 1

Preparação de Cabeçotes

Nível 1

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R$ 449,00

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Preparação de Cabeçotes Nível2

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Montagem técnica e ajuste de precisão de cabeçotes

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R$ 397,00

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R$ 797

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VALOR DE PRÉ-VENDA

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QUEM SERÁ SEU GUIA?




QUEM SERÁ SEU GUIA?




QUEM SERÁ SEU GUIA?


Tiago Jorge

Tiago Jorge

Tiago Jorge

Quem é Tiago Jorge?

Quem é Tiago Jorge?

Quem é Tiago Jorge?

35 anos dedicados à mecânica

Começou na profissão ainda aos 13 anos, quando foi colocado para trabalhar como ajudante em uma oficina – não por vocação inicial, mas como "castigo" por ter ficado de recuperação na escola. O que era uma punição virou paixão e, mais tarde, uma carreira de referência.


Formação sólida no Brasil e no exterior

Além de diversos cursos técnicos no Brasil e nos Estados Unidos, Tiago é também autodidata. Aos 17 anos, conquistou a respeitada certificação ASE (Automotive Service Excellence), prova de sua competência reconhecida internacionalmente.


Empreendedor desde cedo

Com apenas 18 anos, fundou sua oficina própria, e desde então vem acumulando milhares de horas práticas em montagem, diagnóstico e preparação de motores.


Especialista em performance e precisão

Mais de 20 anos de experiência com dinamômetro, sendo 18 com equipamento próprio, ajustando motores com precisão para máxima performance e segurança.


Mais de 15 anos operando sua própria bancada de fluxo, realizando testes e otimizações em cabeçotes com critérios técnicos e resultados comprovados.


Construtor de motores de alta performance

Ao longo da carreira, Tiago montou e ajustou dezenas de motores com alto padrão de desempenho, incluindo originais, preparados, retrôs e de competição.

Trabalhou com V8s, 6 cilindros, 4 cilindros, motores aspirados e turbinados de marcas como:

Volkswagen, Ford, GM, Fiat, Honda, Porsche, Ferrari, entre outros.


Preparador de cabeçotes com centenas de resultados comprovados

Com expertise em escoamento, taxa de compressão, desenho de câmara e acerto de dutos, Tiago já preparou centenas de cabeçotes, tanto para uso urbano quanto para competição em pista, sempre com desempenho técnico validado.


Recordista sul-americano

Detentor de dois recordes sul-americanos de velocidade em quilômetro lançado homologado pela FIA, na categoria 750 a 1100 cm³, Tiago aplica em seus cursos exatamente a mesma base técnica que o levou a esses títulos.

35 anos dedicados à mecânica

Começou na profissão ainda aos 13 anos, quando foi colocado para trabalhar como ajudante em uma oficina – não por vocação inicial, mas como "castigo" por ter ficado de recuperação na escola. O que era uma punição virou paixão e, mais tarde, uma carreira de referência.


Formação sólida no Brasil e no exterior

Além de diversos cursos técnicos no Brasil e nos Estados Unidos, Tiago é também autodidata. Aos 17 anos, conquistou a respeitada certificação ASE (Automotive Service Excellence), prova de sua competência reconhecida internacionalmente.


Empreendedor desde cedo

Com apenas 18 anos, fundou sua oficina própria, e desde então vem acumulando milhares de horas práticas em montagem, diagnóstico e preparação de motores.


Especialista em performance e precisão

Mais de 20 anos de experiência com dinamômetro, sendo 18 com equipamento próprio, ajustando motores com precisão para máxima performance e segurança.


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Construtor de motores de alta performance

Ao longo da carreira, Tiago montou e ajustou dezenas de motores com alto padrão de desempenho, incluindo originais, preparados, retrôs e de competição.

Trabalhou com V8s, 6 cilindros, 4 cilindros, motores aspirados e turbinados de marcas como:

Volkswagen, Ford, GM, Fiat, Honda, Porsche, Ferrari, entre outros.


Preparador de cabeçotes com centenas de resultados comprovados

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Recordista sul-americano

Detentor de dois recordes sul-americanos de velocidade em quilômetro lançado homologado pela FIA, na categoria 750 a 1100 cm³, Tiago aplica em seus cursos exatamente a mesma base técnica que o levou a esses títulos.

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Começou na profissão ainda aos 13 anos, quando foi colocado para trabalhar como ajudante em uma oficina – não por vocação inicial, mas como "castigo" por ter ficado de recuperação na escola. O que era uma punição virou paixão e, mais tarde, uma carreira de referência.


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Vitor Gomes

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Anônimo

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Felipe Andre

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Conheça a sede


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Com mais de 30 anos de história e mais de 20 anos de ensino, aplicamos o conhecimento e prática obtidos ao longo do tempo em seu projeto.

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ESSA É A OPORTUNIDADE QUE VAI MUDAR A SUA OFICINA E SEUS MOTORES

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R$ 797

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GARANTIA INCONTESTÁVEL DE 7 DIAS

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AINDA ESTÁ COM DÚVIDAS?

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Sim, ao concluir o curso o certificado digital é disponibilizado

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POSSO ASSISTIR O CONTEÚDO ATÉ QUE DIA?

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Vocè poderá acessar os cursos por 1 ano

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POSSO PAGAR POR BOLETO OU PIX?

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POSSO BAIXAR AS AULAS?

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Não, mas poderá acessar as aulas sempre que precisar

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Sim, em até 12X

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Como funciona o “Prazo de Garantia”?

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O Prazo de Garantia é o período que você tem para pedir o reembolso integral do valor pago pela sua compra, caso o produto não seja satisfatório.

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TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

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